10 de jan. de 2010

O Carnaval está chegando

Mal o meu aniversário passou, já tivemos natal e réveillon. Lembro com se tivesse sido ontem, 8 de dezembro e eu numa mesa de cirurgia. As coisas andam muito depressa, ultimamente. Talvez Boff tivesse razão: a ressonância de Shumman está deixando tudo de cabeça pra baixo e, quando pensamos que ainda estamos de pernas pro ar, já estamos no nosso estado normal e nem percebemos.

Mas, assim como há quem diga que Leonardo Boff blasfemou contra a física, também há quem diga que não, mas esse não é o meu foco para este texto. Aliás, nem foco eu tenho. Comecei pensando em escrever sobre o carnaval e agora já me perdi. Bem! Me achei.
O carnaval.

Como dizia, tudo está passando muito rápido. Tão rápido que nem consigo atualizar este blog como pretendia, semanalmente.

Bem, mas, o carnaval. Falta exatamente um mês, a contar de hoje, para que comemoremos a festa da carne. E opções não faltam. Carnaval em Salvador (me deu uma dor de cabeça...), na outra Baía, a da Traição, em Jacumã, para os que moram na Paraíba. Soube, nos meus últimos serviços lá pelo sertão, que Cajazeiras também tem um ótimo carnaval, Olinda, aqui bem próximo, em Pernambuco, do outro lado, em Caicó, e assim vai.

Bem, agora o que me levou a falar do carnaval se esta data eu detesto? Talvez, a vontade de desabafar, afinal, além das festas de rua, o que me resta? Retiro? Perdoe-me, Senhor, mas eu dispenso.

Mas, digo, sou privilegiado, moro em uma cidade que não tem carnaval, graças a Deus! Por outro lado temos pré-carnaval, que começa uma semana antes, culminando exatamente com a “quarta-feira de fogo”.

Digo que não gosto de carnaval, mas me refiro a este dos últimos anos, com toda aquela agitação, o povo bebendo, melando de farinha quem não está no clima, escondidos em suas mascaras (fala Boris) e se aproveitando da boa vontade dos outros, alguns atos impensados que levam a brigas, uso excessivo de substancias químicas que não prejudicam a quem consome, mas, aos outros, enfim. Se o carnaval ainda fosse aquele dos blocos de amigos, das “ala-ursas” que, no meu tempo eram chamados simplesmente de “urso”, eu até seria fã, mas não dá pra competir com a industria cultural!

O pré-carnaval de João Pessoa é agradável. Apesar da agitação, ainda tem uma característica bem rústica. As virgens de Tambaú, os Cafuçus, juntamente com as Muriçocas do Miramar são os mais populares, mas o encontro dos blocos no centro histórico, o Boi do Bessa e todos os quase 50 blocos espalhados pela cidade, por toda a cidade, democraticamente, me fizeram preferir trocar o principal pelo pré.

Pena que Shumman mais uma vez vai interferir e fazer essa semana passar rápido, culminando com a semana do carnaval de fato, mas, ela também passará! Graças!

2 de jan. de 2010

ISSO é uma vergonha


"...que merda... dois lixeiros desejando felicidades... do alto de suas vassouras... dois lixeiros... o mais baixo da escala de trabalho..."

Essa frase foi pronunciada ao vivo, pelo mais respeitado apresentador de telejornal do Brasil. Está no youtube desde ontem.

Imaginem, o senhor Boris Casoy, aquele do chavão "Isso é uma vergonha", o que diria de si mesmo se ele ouvisse o que fala antes de proferir seus arrogantes comentários?

Como homem sensato e íntegro que é, Boris foi ao ar no primeiro dia de 2010 fazer a sua boa ação: pedir desculpas, reconhecendo que sua frase foi, como ele disse, infeliz.

Agora, assim como ele reconhece que a frase foi mal colocada, eu reconheço que não é pedindo desculpas que o que ele realmente pensa sobre a profissão de Gari vai mudar! Ou vai? Os garis devem ter orgulho da profissão que têm, são mal pagos, têm como lema trabalhar para corrigir o que homens sensatos como esse apresentador da Band TV desconserta, como jogar lixo nas ruas das cidades. Mas eles, os garis, não se escondem atrás de máscaras de bons moços. Eles são o que são.

Graças ao aparato de tecnologia de ponta e a boa vontade humana, essa e outras máscaras, dia após dia vêm caindo.

Você pode ver mais sobre o assunto em:
Clickpb - Vaza no Youtube vídeo com Boris Casoy zombando de garis

31 de dez. de 2009

...

Sempre me perguntei porque grandes compositores dizem que construíram algumas de suas gloriosas obras quando estavam tristes. Não sei se era egoísmo da minha parte, mas, escrever quando se está triste, ao meu ver era coisa de louco, suicida, ou algum integrante do mesmo clube.

Apesar de me indagar, eu nunca havia parado para pensar em fazer isso. Vai ver que era por que há tempos eu não ficava pra baixo. Mas, escrever, compor, pintar, desenhar, quando se está triste deve fluir mais fácil. Se tiver alguma química no meio podem ir dizendo, estou ansioso para saber.

Experimentei escrever agora, 'pra' baixo, e, mesmo digitando palavras, tentando encaixá-las de forma que não perca a característica de meus textos que, auto-denomino sarcásticos, e embora eu ou outras pessoas futuramente venhamos a gostar do que escrevi, confesso: não vi nenhuma graça em escrevê-lo.

No final, eu acho que tudo o que se cria numa fase de baixa emocional seja pura e simplesmente uma forma de se fugir da realidade, mesmo que por algumas linhas!

23 de dez. de 2009

Réveillon em dose dupla

Ha algumas semanas me atrevi a pesquisar preços de passagens para a cidade de Porto Seguro, na Bahia, onde, a convite de um grande amigo, iria passar o réveillon.

Na expectativa de ter uma virada de ano diferente, me dispus até a me informar quais atrações eu teria a disposição, sem pagar nada. Foi quando me dei conta do quanto eu iria gastar, apesar de a hospedagem o amigo me ter garantido ser free. Todas as atrações na cidade mais visitada do Brasil são em ambientes fechados, o custo para cada atração não é nem um pouco atrativo, mas, acredito que valha a pena.

Por dois ou três motivos, infelizmente, não participarei dessa aventura este ano e, inconformado, me pus a procurar uma alternativa para a minha frustração. E olhe que ela nem estava tão longe.

Há pelo menos 10 anos, a cidade de João Pessoa realiza uma festa de virada de ano na Orla, mais precisamente no Busto de Tamandaré, divisa das praias de Cabo Branco com Tambaú. Nessa festa já teve de tudo: fogos que não queimaram, réveillon fora de época, festival de garrafas voadoras e daí vai.

Tradicionalmente, ela é uma festa que privilegia e prioriza artistas locais e os considerados da elite cultural, MPB, música regional e afins. Este ano, curiosamente, não só uma atração de renome trará seus sucessos ligados à musica nordestina, Armandinho e o seu Trio de Dodô e Osmar, mas ali, bem próximo, voltado pro lado do Cabo Branco, teremos, para os gostos mais diversificados, a banda Calypso e os gritos de Joelma.

Essa mistura de ritmos (e de interesses) se deu devido a briga, já eleitoral, para o governo do Estado, que, ano que vem terá de um o Mago, aliado do seu pior inimigo até poucos meses atrás, e de outro, o mestre de obras, aliado numero 1 do Mago, até o início deste ano. Se você não entendeu a troca de amigos, em plena época de amigos secretos, o que direi eu da mistura de ritmos na orla e no réveillon?

É esperar pra ver (se vai dar certo)!

18 de dez. de 2009

Dor: um Prato Feito para os meios de comunicação

Saber da morte de um filho, esperado há nove meses, já deve ser doloroso. Saber que o filho morreu possivelmente por um erro médico, negligência ou coisa do tipo, provavelmente, além da dor, traz revolta.

Não sou médico. Também não sei qual motivo levou o obstetra do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida - ISEA, de Campina Grande, que realizou o parto dessa criança, optar por um parto normal, mesmo sabendo que, de acordo com o histórico do pré-natal, ela estava sentada. Por isso vou me ocupar exclusivamente em tratar a forma como os meios de comunicação tratam matérias dessa natureza.

Não bastassem os programas policiais, que, além de patrocinar a violência e o consumo de drogas, imprimem o ódio entre pessoas de comunidades menos favorecidas, explicitadas nas formas que tratam, por exemplo, uma adolescente de 15 anos, assassinada essa semana, e que, casada (ou vivendo junto com um homem), por ser de classe baixa, teve sua honra e idoneidade questionadas, os jornais impressos, e os portais também, por pura falta de ética, colocam fotos, exibindo os momentos de dor e de terror das famílias vitimadas pela violência, falta de segurança e falta de consideração para com o ser humano.

O Portal Correio, do Sistema Correio de Comunicação, exibiu a foto da criança morta, com a faixa no pescoço, um caixão ao lado e, como se a humilhação e a dor já não fosse o suficiente, o rosto do menino também aparece virado para a câmera, como se posasse para uma revista de modas ou coisa do tipo, durante toda a manhã de hoje e as primeiras horas desta tarde.

Obviamente já me deparei com coisa pior, o sarcasmo do Jornal JÁ, vendido a preço bem popular, misturando a apelação da sexualidade, com situações de insegurança, medo e desprezo, juntadas num liquidificador, adicionado de colheradas de muito humor de quinta.

A família do agricultor da zona rural de Taperoá recorreu, acertadamente, ao Ministério Público que, juntamente com a Policia Civil, irá investigar o caso da morte do seu filho, uma vez que o laudo médico aponta para parada cardiorrespiratória, mesmo sendo possível perceber alongamento do pescoço e vários pontos ao redor dele, o que indica que o filho de seu Levi pode ter sido degolado.

Também o MP deve “dá uma chamada” nessas empresas de comunicação que usam a dor de muitos, o sensacionalismo e a falta de compaixão, para agregar anunciantes.

A foto de que falo estava disponível no link abaixo, mas, a pedido de alguém de bom senso, ou obrigado por algum órgão como o MP, os responsáveis pela sua publicação a retiraram do ar, deixando apenas a nota. Como não tive acesso ao jornal na sua forma impressa, fica a minha torcida para que, da mesma forma que retiraram a foto do Portal, também o bom senso tenha chegado aos editores de Correio da Paraíba e que não se tenham utilizado artifício baixo para vender seus expemplares.

17 de dez. de 2009

Segurança Pública e as PECs

Nos últimos meses fomos bombardeados por mensagens sobre um Projeto de Emenda Constitucional que, para alguns, melhorará a segurança no Brasil. É a chamada PEC300. Além dela, que teve origem e está prestes a ser aprovada na Câmara dos Deputados Federais, outra proposta, de teor relativamente parecido, também foi aprovada no Senado, a PEC41. Tanto a 300 como a 41 estipulam um piso salarial para policiais militares e bombeiros militares do Brasil, mas, apesar de aparentemente iguais, elas se distinguem em vários pontos.

A proposta da Câmara dos Deputados privilegia o poder aquisitivo do militar, enfatizado na proposta de piso de R$ 4.500,00 para soldados e o escalonamento igual ao do Distrito Federal. A PEC41, de autoria do Senador Renan Calheiros, PMDB-AL, não determina um valor para o piso, mas inclui os policiais civis no texto.

A PEC300, por clamor social estimulado, principalmente, pelo seu relator, o Major Fábio, do DEM-PB, foi aprovada na Câmara e deve seguir em pouco tempo para o Senado. Esse valor, contudo, vai de encontro à chamada Lei de Responsabilidade Fiscal que os Estados têm que cumprir. Ela determina que o Executivo não gaste mais de 60% do orçamento com folha de pagamento dos funcionários.

De fato, a PEC300 seria o sonho realizado e o reconhecimento devido pelo esforço destes homens que doam suas vidas em prol da sociedade. Porém, ela está longe de ser coerente.

Adesivos em carros espalhados por todos os Estados do país pressionam a população a ligar para os telefones da Câmara e pedir a aprovação da PEC, como troca, ela garante melhoria na Segurança Pública. Mas seus resultados já demonstram que melhorar por si só, ela não melhora. O piso estipulado toma como referencial o salário de um soldado do Distrito Federal, que esta semana massacrou manifestantes que pediam o impeachment (impugnação de mandato) do governador distrital. Então, se um piso de R$ 4.500,00 melhora a segurança, de qual segurança estamos falando?

Outro fato que deve ser levado em consideração é que um salario quatro vezes maior para policiais vai diminuir os chamados “bicos” que se fazem para garantir um sustento para suas famílias, o nível de stress obviamente vai cair consideravelmente, mas a PEC falha por que só determina que o salário seja pago. Nem os militares nem os Estados são obrigados a melhorar gradualmente seus niveis de conhecimento e de treinamento. Ora, o PRONASCI, Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, do Governo Federal, paga uma bolsa de R$ 400,00 para agentes de segurança pública que ganham até R$ 1.700,00, mas exige que façam pelo menos um curso à Distância por ano. Além dos cursos a distancia, o Ministério da Justiça também custeia vários cursos de pós-graduação em diversas universidades pelo país. Uma Lei que obrigue o Estado a pagar um salário digno a um policial mas que tem como meta melhorar a segurança, devia caminhar nesse mesmo sentido: pagar bem mas exigir reciclagem dos agentes para que mais do que justo, o salário traga dignidade para policiais e para a socieadade.

Observando com olhar mais crítico, é possível perceber que, se os Estados não tem condições de pagar um salário de R$ 4.500,00 para um soldado e o texto da PEC300 não indica a fonte de onde esse dinheiro deve sair, então, trabalhar uma mobilização de policiais em torno de algo que foje aos limites fiscais do Poder Executivo, me parece uma tentativa arrogante de sobrepor o emocional ao racional, com uma perspectiva de frustração futura, uma vez que a Camara dos Deputados trabalha pela vontade do povo, enquanto que o Senado, para onde a PEC vai caminhar e tem que ser aprovada para virar realidade, representa o desejo dos Estados. Ou esse trabalho incansável de alguns deputados tem apenas duas funções especiais: uma, colocar policiais e bombeiros contra o Governo Federal, que ganhou a confiança destes com iniciativas como o PRONASCI e a Conferencia Nacional de Segurança Pública que deliberou dentre outras, a desmilitarização das PMs e CBMs, ou esse trabalho serve pura e simplesmente de plataforma para uma reeleição em 2010.

Por outro lado, sobre a PEC41, ela tem inserido no texto que o Governo Federal custeie parte dos salários onde os Estados comprovarem não ter condições de pagar, ela é mais próxima da realidade por que não obriga os Estados a pagar o que não pode, porém, alguns Senadores defedem um nivelamento por baixo, indicando um salário médio de R$ 1.600,00. Vale lembrar que Estados como Sergipe e Rio Grande do Norte já pagam salários brutos de R$ 2.400,00 e 2.140,00 respectivamente.

Ainda assim vejo necessidade em pressionar Deputados e Senadores a aprovarem salários dignos aos policiais e bombeiros militares e policiais civis, como forma de ajudar no combate ao desvio destes para a criminalidade, porém, deve-se criar políticas para melhorar a segurança publica de fato, que passem pelos bons salários dos policiais, mas também por aquisicao de novos equipamentos, treinamento,viaturas e muita atualização de praças, agentes, e por que não de coronéis e delegados?!

George Martins (Cidadão Silva)

7 de dez. de 2009

A saga do Vasco da Gama

Que os vascaínos não me levem a mal. Afinal, pelo menos 2% dos meus amigos torcem pro time cruz-maltino. Mas, a saga do luso-brasu-carioca (nem sei se isso existe) continua.
Como? É uma questão de lógica. Os concurseiros de plantão sabem muito bem como desenvolvê-la. Então, vamos lá!
Nos últimos anos o Campeonato Brasileiro não tem mais os jogos de final, dois times se confrontando e decidindo um título e um vice-título. Agora, apenas um nome é conhecido após todas as dezenas de rodadas.
Tal qual o campeonato da primeira divisão, a segundona também tem o mesmo perfil. O Vasco, incansável vice-campeão do Flamengo, é o primeiro colocado na competição intermediária. Essa competição, pode-se dizer que é uma espécie de vice-campeonato da divisão especial. Logo, o Vasco sendo campeão da vice-divisão, é vice do campeão da divisão de elite. Como o Flamengo é o campeão de 2009, neste ano, o Vasco amarga o título de vice do Flamengo mais uma vez. Mas, não fiquem tristes os vascaínos, isso é até uma evolução: passou do campeonato estadual do Rio de Janeiro para a Copa do Brasil (2006) e, finalmente, chega ao Campeonato Brasileiro.

Viva o título! Viva o vice!

6 de dez. de 2009

Nova cara, novo endereço

Olá galerinha.

Quando vocês digitarem o antigo endereço do Blog, o CinemaTVr, vão notar que ele não existe mais. Na verdade, ele não deixou de existir, apenas teve seu endereço alterado para Cidadão Silva. O motivo? Sei lá.

Talvez o fato de eu ter muita dificuldade em atualizá-lo com a frequência que eu queria, talvez as situações pelas quais passo dia após dia tenham me forçado a direcionar as anotações para estas coisas do cotidiano.

No entanto, falar sobre cinema, televisão e rádio vai ser uma coisa que vai acompanhar este blog mesmo depois da mudança. Mas espero contribuir com minhas reflexões para que vocês possam entender, pelo menos do meu ponto de vista, como a roda roda, como as coisas caminham.

Abraço!

George Martins (Cidadão Silva)

25 de set. de 2009

Inscrições abertas para a IV Semana pela Democratização da Comunicação

Fonte: Agência de Notícias - Paulo César Cabral

Estudantes discutem democratização da comunicação

“Democratizando a Comunicação: a sociedade no controle". Este é o tema principal da IV Semana pela Democratização da Comunicação, na Universidade Federal da Paraíba, que acontece de 19 e 23 de outubro, no Campus de João Pessoa.

O objetivo do evento é ampliar as discussões acerca da Democratização dos meios de comunicação, aglutinar experiências de democratização da comunicação, regionalizar o debate e aproximar a sociedade desta bandeira. A informação é de Lucas Pontes, estudante e membro da Comissão Organizadora da IV Semana pela Democratização da Comunicação.

A programação inclui palestras, rodas de diálogos, mesas redondas, vivências, oficinas e diversas intervenções artísticas que acontecerão no Complexo de Comunicação, Turismo e Arte (CCTA) da UFPB, na Comunidade São Rafael e nos bairros da Capital como Jardim Veneza, Penha e Novais.

Segundo Lucas Pontes, este ano será realizado um Simpósio de Pesquisa em Comunicação, no último dia do evento (23 de outubro). “As inscrições já começaram e serão realizadas até o dia 2 de outubro, pelo e-mail: simposio.democom@gmail.com. Todas as atividades da semana serão gratuitas e abertas a toda comunidade”, adiantou.

Organizada pelo Coletivo COMjunto de Estudantes de Comunicação Social e a Enecos Regional NE 2, a IV Semana pela Democratização da Comunicação, recebe apoio do Departamento de Comunicação e Turismo, Centro de Ciências, Letras e Artes (CCHLA) da UFPB e outras entidades.

Telefones: (83) 8800-9814 (Janaine Aires); 8801-0717 (Lucas Pontes)

Mais informações nos Blogs do ComJunto e da IV Semana pela Democratização da Comunicação.

links:

13 de set. de 2009

Curta paraibano concorre em festival nacional de filmes e vídeos

Fonte: Agência de Notícias
Curta paraibano concorre em festival nacional de filmes e vídeos
Este vídeo foi encontrado no youtube http://www.youtube.com/watch?v=revl9Y9YyMk

“Da voz libertadora à voz do Cariri”, de Flávio Alex Farias, concorre ao prêmio de melhor documentário no suporte digital em curta-metragem promovido pela Prefeitura do Município de Cabo Frio, Rio de Janeiro.

O curta, produzido em 2008 em parceria com o Polo Multimídia (Núcleo de Documentação Cinematográfica-Nudoc e Laboratório de Desenvolvimento Multimídia Interdisciplinar–LDMI) da Universidade Federal da Paraíba, aborda o trabalho de uma equipe que mantém no município de Boa Vista uma rádio com características de difusora comunitária que envolve pessoas da própria comunidade.

“Da voz libertadora à voz do Cariri” foi selecionado entre mais de três centenas de filmes concorrentes, e será exibido na noite desta quinta-feira (10) dentro do III Festival Nacional de Curta metragem de Cabo Frio.

O produtor executivo, professor João de Lima, coordenador do Nudoc, destaca que o fato do filme de Flávio Alex Farias ter sido um dos poucos curtas selecionados do Nordeste “é um reconhecimento importante no cenário das produções audiovisuais paraibanas recentes”.